domingo, 30 de maio de 2010

Ocaso do outono de 2010

Encontrei este belíssimo haicai de Mauro Lúcio de Paula e achei-o apropriado para nos despedirmos do outono de 2010.




DE PAULA, Mauro Lúcio. Disponível em http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_WbWeNyYZ4ug/ScufkPCJB-I/AAAAAAAABhA/IDmyuPIhXj8/s400/haicai_14.jpg&imgrefurl=http://valedaspalavras.blogspot.com/2009/03/haicais_26.html&usg=__cAqqBGdlIYo7BG75852DrrwTD_k=&h=349&w=400&sz=46&hl=pt-BR&start=79&um=1&itbs=1&tbnid=gXIGvLk3M-0MFM:&tbnh=108&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dhaicais%26start%3D60%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1. Acessado em 30 de maio de 2010 às 15h32

sábado, 29 de maio de 2010

O que eles disseram:


"Eu careço de que o bom seja bom e o ruim ruim, que dum lado esteja o preto e do outro o branco, que o feio fique bem apartado do bonito e a alegria longe da tristeza! Quero todos os pastos demarcados.. Este mundo é muito misturado."
- Guimarães Rosa


"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes."

- Gibran Khalil Gibran


"Ninguém pode ver nem compreender nos outros o que ele próprio não tiver vivido."

- Hermann Hesse


sexta-feira, 28 de maio de 2010

HÁ e A

Quando indicamos um espaço de tempo, podemos usar "há" ou "a".

Mas atenção. Usamos "há" quando se trata de um espaço de tempo que já passou. Um macete é verificar se é possível substituir o "há" por "faz".

Por exemplo:

- Roberto saiu há vinte minutos. (Roberto saiu faz vinte minutos)

Usamos o "a" quando se trata de um espaço de tempo que ainda não passou.

Por exemplo:

- Roberto voltará daqui a vinte minutos. (Note que neste caso não conseguimos trocar o "a" pelo "faz".

Ita est!
Prof. Zanon

quinta-feira, 27 de maio de 2010

APÓSTROFE E APÓSTROFO!

Esta língua portuguesa!

Vejam só: a palavra APÓSTROFO se refere ao sinal, em forma de vírgula, que indica a supressão de uma letra.

Exemplo: Pau-d'água (o vocábulo original era "pau de água", mas a vogal "e" foi suprimida, e para indicar esta supressão entrou o apóstrofo, aquela virgula entre o "d" e o "a").

Já o APÓSTROFE é outra coisa. Apóstrofe é uma atitude que consiste em interpelar alguém diretamente, ou uma frase violenta ou mordaz com que se interrompe ou se ataca alguém.

Um exemplo de apóstrofe memorável ocorreu quando o grande orador latino Cícero, num vibrante discurso, denunciou Lúcio Sérgio Catilina cara a cara, em pleno senado.

Diante do Senado, uma das mais importantes instituições romanas, Cícero discursa contra Catilina, cuja conspiração conseguiu derrotar


This is it!

Prof. Zanon

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nota de Esclarecimento

O blog esteve fora do ar durante uma semana por motivos desconhecidos. Mas estamos de volta e logo teremos novidades interessantes sobre língua portuguesa, língua inglesa, literatura, cinema, teatro etc. Continuem visitando e quando quiserem entrar em contato comigo usem o e-mail profzanon.2034@gmail.com

Um abraço a todos,

Professor Sandro Zanon

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sabedoria em gotas


"Não procures tornar-te juiz, se não fores bastante forte para destruir a
iniquidade, para que não aconteça que temas perante um homem poderoso, e te exponhas a pecar contra a equidade". (Sirácida 22,26-29)

"Quem revela o segredo de um amigo perde a sua confiança, e não mais achará amigos que lhe convenham. Ama o teu próximo e sê fiel na amizade com ele; se desvendares seus segredos, em vão correrás atrás dele, pois, como um homem que mata seu amigo, assim é o que
destrói a amizade do próximo; como um homem que solta o pássaro que tem na mão, assim abandonaste o teu próximo, e não mais o encontrarás. Não o persigas, já está longe; escapou-se como uma gazela da armadilha. Porque a sua alma foi ferida, e não mais poderás curar (sua ferida). Depois de uma injúria pode haver reconciliação; desvendar, porém, os segredos de um amigo é um desespero para a alma desventurada". (Sirácida 27, 17-24)

Matérias mais antigas:

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Sou um professor apaixonado pela educação, pela literatura, pela língua portuguesa e pela arte de escrever. Como tantos educadores, um idealista. Fascina-me a incomensurável capacidade de transformação do ser humano. Por que me ufano da minha profissão? Porque sei que quando leciono, não estou apenas passando conteúdos, mas também destruindo mitos, dogmas e raciocínios falaciosos que cerceiam a liberdade humana.