sexta-feira, 19 de abril de 2013

Aos alunos do 8º ano B da Escola Atuação Santa Quitéria

          Era uma vez um professor muito legal que queria pregar uma peça em seus alunos. Disse a eles que deveriam entrar em seu blogue e copiar no caderno umas quarenta frases de exercícios com SENÃO e SE NÃO. 

          Mas um professor legal não faria uma maldade dessas com seus queridos alunos. É claro que tudo não passou de uma pegadinha do professor; pois quando os alunos entraram em seu blogue constataram que não tinha nenhuma lição de casa. 

          No lugar da lição encontraram uma frase, escrita com letras bem grandes que dizia assim:



BOM FINAL DE SEMANA A TODOS! 


Um abraço do professor Sandro

domingo, 14 de abril de 2013

Museu do Holocausto em Curitiba




Para não se esquecer, para não se repetir

A vida é incerta e a memória humana é falha. Quando um homem morre, o que ele sabe morre com ele, a menos que o passe adiante enquanto ainda em vida. Algumas memórias históricas não podem ser esquecidas ou perdidas, senão correremos o risco de repetir os mesmos erros passados.
Há em Curitiba uma prova visível do Holocausto, o Museu do Holocausto, localizado na Rua Coronel Agostinho de Macedo, 248; no bairro Bom Retiro. O objetivo desse local é não permitir que a memória histórica do holocausto se perca. Foram reunidos inúmeros testemunhos de sobreviventes para que seu conhecimento não morra com eles, pois se isso acontecesse, a humanidade ficaria ignorante do que realmente aconteceu.

Segundo estimativas, cerca de seis milhões de judeus e milhões de outras pessoas, incluindo poloneses, eslavos, testemunhas de Jeová, ciganos, homossexuais e deficientes físicos foram assassinados pela tirania nazista.

Visita Inesquecível

Eu e minhas duas turmas (9º ano A e B) da escola Atuação fizemos uma visita ao museu neste mês  de abril. A visita seguiu uma ordem cronológica dos acontecimentos. Conseguimos sentir a atmosfera existente antes, durante, no ápice e depois da presença nazista na Europa. Na primeira sala, fomos apresentados à população judaica na Europa, pessoas comuns que se misturavam com os demais moradores de diversas localidades. Mas depois de passar por dentro de uma espécie de vagão de trem, passamos por exposições de todas as fases do Holocausto, da propaganda nazista à ascensão de Hitler ao poder, do ajuntamento de vítimas à libertação dos campos de morte. Depoimentos de testemunhas oculares, objetos diversos e filmes, música e obras de arte foram usados para ajudar a contar essa horrenda história. A exposição é implacavelmente evocativa e sobrepujante.


Um museu para lembrar e alertar

 Achei muitíssimo significativa nossa visita a este museu. Em primeiro lugar, há nele o registro. E esse registro é importante para contestar os que dizem: ‘Isto nunca aconteceu.’ Existe evidência abundante, bem como as testemunhas que sobreviveram ao Holocausto. Em segundo lugar, o museu é um excelente instrumento educacional.” Serve como um alerta educador para as novas gerações para que assumam o compromisso de jamais permitir que algo parecido ocorra novamente.

É uma pena que o foco do museu seja apenas as vítimas judias. As minorias que também foram assassinadas por outros motivos, especialmente os que foram exterminados por objeção de consciência não são sequer mencionados.

No site do museu está disponível uma visita virtual, mas os que desejarem poderão agendar suas visitas pelos telefones (41) 3093-7462 e 3093-7461.
Para a visita virtual clique no link abaixo:



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Sou um professor apaixonado pela educação, pela literatura, pela língua portuguesa e pela arte de escrever. Como tantos educadores, um idealista. Fascina-me a incomensurável capacidade de transformação do ser humano. Por que me ufano da minha profissão? Porque sei que quando leciono, não estou apenas passando conteúdos, mas também destruindo mitos, dogmas e raciocínios falaciosos que cerceiam a liberdade humana.